Eu escrevo para expressar os lampejos que brotam a qualquer hora,
mas, ajo fora do compasso e não faço segredo, nem vítimas.
Reinvento outra vida,
sinto dores que não são minhas e se são já nem lembrava que as tinha,
orgulho-me disso.
Sou carente de beijos e abraços dos amigos.
Dou a cara à tapa sem medo da bordoada,
na qual vai deixar marcada toda a ideologia que há em mim.
Vai ficar a marca da minha luta a favor dos indefesos
que pagam a conta sem se darem conta,
enquanto fulanos bancam os bonzinhos, aqueles que tiram sonhos de infâncias
enchendo suas bocas com os doces que eram das crianças.
Reinvento outra vida,
sinto dores que não são minhas e se são já nem lembrava que as tinha,
orgulho-me disso.
Sou carente de beijos e abraços dos amigos.
Dou a cara à tapa sem medo da bordoada,
na qual vai deixar marcada toda a ideologia que há em mim.
Vai ficar a marca da minha luta a favor dos indefesos
que pagam a conta sem se darem conta,
enquanto fulanos bancam os bonzinhos, aqueles que tiram sonhos de infâncias
enchendo suas bocas com os doces que eram das crianças.