A sociedade baseada em notícias de tabloide, a informação sensacionalista importada de uma cultura invejada, que vende a perfeita vida supérflua em forma de drama, de ação, ou até mesmo em forma de piada.
A corrupção que nos trata de forma amarga e tira a possibilidade de uma melhora de vida, que subestima nossa inteligência negando sua postura política e sua conduta de indecências.
Nossos deveres sociais abarrotam os cofres governamentais, de ambições capitais, mas, que não se refletem em retornos, transformando todos nós em um bando de tolos.
A presunção da inocência pende na balança de uma sentença que protege quem tem dinheiro e renega esse direito aos pobres indigentes, que na regra devem provar que são inocentes.
Essa civilização que valoriza a futilidade, que julga pela aparência, e como consequência que nos faz querer um consumo irreal, que tragam status, para melhor sermos tratados, como um mundo de sonhos do glamour enlatado.